Últimas Postagens Confira

Conteúdo - Salvar Arquivos

O salvamento de um arquivo está entre as ações mais comuns ao utilizarmos um computador. Este ato é necessário por conta das diferenças que existem entre as memórias internas da máquina. Neste material (disponível pra download direto aqui) está ilustrado todo o processo de salvamento de um arquivo, além de informações importantes de serem lembradas na hora de realizar o processo.

Conteúdo e resumo do material

Local e Nome

Os dois itens fundamentais a serem observados por um operador são o local onde será salvo o arquivo e o nome que este arquivo receberá.

Alerta Sobre Como Realizar os Processos

Nomear um arquivo é uma tarefa muito fácil, mas talvez alguns problemas surjam por conta do uso de caracteres inapropriados ao nomear o que estamos salvando. Observar o que pode ser usado no nome do arquivo e o que não devemos utilizar é importantíssimo.

Passo a Passo

Desde o momento em que carrega-se uma ferramenta lógica para a memória de trabalho, até o momento em que o arquivo produzido é salvo e o que acontece quando acessamos este arquivo no disco, todo o processo é ilustrado neste material.

Abaixo a página com o conteúdo:

Conteúdo - Navegação Entre Arquivos, Pastas e Unidades

Uma das atividades mais comuns ao usar um sistema operacional é o gerenciamento de arquivos e pastas, onde organizamos nosso conteúdo dentro das máquinas. Para conseguir atingir os objetivos ao lidar com arquivos e pastas, precisamos entender como funciona um programa navegador. Além disso, também devemos ter a noção de que arquivos se encontram dentro de pastas. E que estas estão dentro de unidades, ou de outras pastas, que precisam ser acessadas em sequência, como escalas em um trajeto até o destino. (clique aqui para realizar o download direto)

Conteúdo do material e resumo:

Navegadores

Todo sistema operacional oferece um navegador de arquivos. Precisamos de imediato identificar um navegador em nosso sistema operacional.

A Janela do Navegador

Para seguir uma rota até um determinado arquivo ou pasta precisamos entender como funciona um navegador de arquivos. E começamos analisando sua janela, onde encontramos duas estruturas principais: o painel de navegação e a área de conteúdo.

Em Busca de Um Arquivo

Simulando a ação de buscar um arquivo dentro de uma pasta, um infográfico mostra todo o trajeto, com destaques para o ponto de partida e os motivos para cada escala antes de chegar ao destino.

Abaixo, a página do documento com todo o conteúdo ilustrado

Conteúdo - Introdução a Interface Gráfica

Ao operar um computador manipulamos vários elementos de interfaces, tanto físicas quanto interfaces gráficas. Neste material (disponível aqui para download) estão reunidos os elementos mais comuns na interface gráfica, acompanhado de descrições sobre suas utilidades.

Conteúdo e resumo do material

Ícones

Os elementos mais comuns em todas as interfaces gráficas, utilizam a linguagem iconográfica, através de imagens, para representar diversos objetos.

Botões

Estes elementos representam botões, delimitando áreas onde com um clique é possível ativar, acionar ou executar alguma ação.

Menus

Reunindo opções de comandos, os menus poupam espaço na tela, pois são recolhidos assim que o operador faz a escolha.

Barras

Elas são de diversos tipos e podem desde agrupar elementos, como ícones e botões, em uma área da tela a até mesmo possibilitar a rolagem de conteúdo, ou ainda mostrar o status de uma atividade em execução.

Janelas

Uma das estruturas mais importantes dentro das interfaces gráficas, as janelas são formadas por outros elementos, como barras, botões e painéis. Elas abrigam aplicações e permitem a alternância entre várias atividades.

Caixas de Diálogo

Estes elementos permitem ao usuário acessar determinadas configurações, receber informações do sistema operacional e tomar decisões.

Área de Trabalho

A base de onde os usuários partem para a execução de tarefas diversas. A Área de Trabalho representa o tampo de uma mesa, onde ficam à mão e à vista tudo aquilo que é importante para o operador.

Menu Principal

Todos os sistemas operacionais trazem um recurso para o acesso de tudo o que está instalado, áreas importantes, dispositivos, configurações e histórico. Este elemento é em muitos sistemas o principal menu. Mas também podem surgir sob a forma de painéis, ou até mesmo telas inteiras.

Área de Notificação

Por onde os usuários podem verificar o status do sistema e diversas outras informações úteis. É também na Área de Notificação que o sistema transmite mensagens relevantes ao longo do funcionamento, sempre que algo rodando em segundo plano exige tal comunicação.

Abaixo a página do documento com todo o conteúdo ilustrado:

Conteúdo - Memórias

As memórias são de fundamental importância para os computadores. Sendo elas de mais de um tipo e com características diversas, compreender as memórias nos ajuda a entender certos processos e otimizar o trabalho com as máquinas.

Neste documento (disponível para download aqui) há um resumo da aula sobre memórias.

Conteúdo e resumos

Memória de Trabalho

Usada durante a execução de alguma atividade, ela registra temporariamente os dados e perde completamente todas as informações quando o computador é desligado.

Memórias Auxiliares

Responsáveis por manter informações guardadas, independente do estado da máquina (se ligada ou desligada), estas memórias podem ser encontradas em dispositivos interno e também em mídias que se utiliza como memórias externas.

ROM

Um tipo de memória que permite apenas a leitura do conteúdo, impedindo alterações no que esteja registrado nela.

Abaixo está a página do documento:

Conteúdo - Copiar Recortar Colar

Existem 5 passos que são fundamentais para manipular arquivos ou pastas, retirando-os de seus lugares, ou copiando-os para outros locais. Estes 5 passos estão descritos em detalhes neste material (disponível em PDF aqui).

Mas lembre-se: Conhecer o navegador de arquivos é essencial para ter domínio de cada uma destas ações. Caso tenha dúvidas, revise a aula sobre o navegador de arquivos, como acessar as pastas e os locais.

Conteúdo do Material e Resumo

Localize

No primeiro passo é preciso ir até onde o arquivo, ou pasta, está

Selecione

Marcar o arquivo, ou pasta, para que o sistema operacional saiba sob qual elemento será realizado o comando seguinte

Execute o Comando

Informe ao sistema o que você quer que seja feito. O arquivo, ou pasta, pode ser copiado ou recortado de seu local.

Ir ao Destino

Tudo que é copiado ou recortado precisa ser colocado em seu destino.

Finalizando

Ao alcançar o destino do arquivo ou pasta, é preciso executar o comando que informará isto ao sistema operacional.

Adicional: Usar o menu de contexto permite ter acesso aos comandos de cópia, recorte ou colagem facilmente. Este mesmos comandos podem ser executados pela combinação de teclas: [Ctrl]+[C] para copiar o item selecionado; [Ctrl]+[X] para recortar o item selecionado e [Ctrl]+[V] para a colagem.

O conteúdo completo e ilustrado, em uma página, está disponível abaixo:

Conteúdo - Unidades de Medidas da Informação

Dominar as unidades de medidas da informação é importante para quem tem que lidar com dispositivos digitais. Saber quanto cada documento ocupa de espaço na memória, como verificar se é possível guardar todas as fotos em um DVD, ou se o pendrive tem espaço para os vídeos que pretende copiar exige conhecer estas unidades.

O material disponível (no formato PDF para download) é uma síntese do conteúdo abordado nas aulas de medidas da informação, módulo de IPD, do curso de informática básica.

Conteúdo do Material e Resumo

O bit

bit é a unidade de informação fundamental para as máquinas. Com os bits os computadores conseguem codificar toda a informação para o processamento ou armazenamento.

Byte

As menores unidades de informação escrita são os símbolos, como letras números e sinais existentes em diversos idiomas. Estes símbolos recebem uma codificação padrão contendo 8 bits para cada um deles. O conjunto de 8 bits que codifica os caracteres de nossas linguagens recebe o nome de Byte. O Byte é a menor unidade de informação com relevância para os seres humanos e um conjunto de 8 bits para as máquinas.

Múltiplos

Assim como em diversas conversões de medidas, a informação também possui múltiplos devidamente nomeados para facilitar o registro de grandes e pequenos volumes de dados. Estes múltiplos surgem a cada 1024 unidades partindo do Byte.

Conversões

Unidades menores pode ser convertidas para unidades maiores dividindo-se seu valor por 1024. No sentido inverso, da unidade maior para a menor, o cálculo realizado é a multiplicação por 1024.

O conteúdo completo e ilustrado, em uma página, pode ser acessado abaixo:

Interconexões - Do romantismo à programação

Lord Byron, poeta inglês que cunhou um seguimento próprio no romantismo, o byronismo. Pai de Augusta Ada Lovelace, tradutora de um estudo sobre máquinas capazes de eliminar as falhas de cálculos ocorridas ao usar métodos tradicionais em sua época. Estudo desenvolvido por outro inglês notável: o matemático Charles Babbage.

Babbage aprimorava o hardware, Ada lançava os fundamentos do que viria a ser o software com suas anotações sobre uma palestra ministrada por Charles Babbage na frança e por isso transcrita originalmente em francês. França, país de origem de Joseph-Marie Jacquard, que já usava cartões perfurados em teares mecânicos para automatizar um entediante trabalho manual exigido na máquina.

Os furos nos cartões de Jacquard, programando uma máquina com instruções binárias, os estudos de Babbage e as anotações de Ada Lovelace deram à humanidade as bases tecnológicas para a computação atual. Hardware e software combinados, máquinas programáveis. Computadores dos mais diversos tipos.
Da esquerda para direita: Charles Babbage, Ada Lovelace e Joseph-Marie Jacquard

Revoluções a Todo Vapor - Mundo Menor, Tempos Mais Curtos

Em Abril de 1822, uma locomotiva a vapor corta os campos floridos pela primavera numa região agrícola da Gran Bretanha. Era o progresso, em plena era do vapor, iniciando as revoluções que viriam a moldar definitivamente o mundo em que vivemos hoje, com indústrias, transportes e comunicações tal como conhecemos. Mas a coluna de vapor e fumaça, vista ao longe, faz com que camponeses desviem o olhar. Alguns correm para retirar o gado do pasto e levá-los para um local de onde não possam encarar a passagem da composição em alta velocidade. A poderosa máquina viajava rápido demais e ninguém sabia ao certo quais as consequências disto. Na dúvida, muitos adotavam a precaução. Olhar algo tão veloz podia levar a loucura, pensavam alguns. Pior seria viajar dentro daquilo. Quando a locomotiva a vapor conseguiu romper a barreira dos 30 Km/h então, um grande debate sobre as consequências para o corpo humano, a bordo de um trem ultra veloz para os padrões da época, foi travado entre estudiosos e a polêmica se instaurou na sociedade. Os medos e receios que surgem a cada avanço, revolução tecnológica ou o surgimento de novos e sofisticados equipamentos e máquinas, é uma coisa latente em nossa alma humana. Só pra ter uma ideia, há poucos anos houve um grande debate sobre os riscos de um acelerador de partículas, usado em pesquisas científicas, iniciar eventos que levariam a destruição do planeta e até o colapso do universo inteiro.

Os trilhos levaram trens a todos os lugares importantes. Ainda no século XIX, as viagens a bordo dos vagões sobre trilhos se popularizaram em muitas partes da Europa. E quando as polêmicas sobre a velocidade destas máquinas foram superadas, outro grande problema surgiu. As medidas do tempo agora não eram mais suficientes para prever o horário das composições em cada estação. O trem é rápido demais para os relógios da época. Basicamente, todas as medidas de tempo ao longo de milênios de nossa existência esteve baseado em horas completas. Bastava olhar a posição do Sol e já tínhamos uma noção da hora em que estávamos. Os relógios mecânicos davam mais precisão às medidas, mas ainda assim apenas as horas eram marcadas. Acontece que em pequenas frações de horas, um trem conseguia ir de uma estação a outra, chegando ao destino ainda na mesma hora em que saiu da origem. Coisa que era impossível acontecer quando se usava cavalos no trajeto. Então, pra resolver o problema uma companhia ferroviária da Gran Bretanha decidiu fracionar a hora. De novo os antigos povos da mesopotâmia contribuem diretamente com uma revolução tecnológica importante. Como os relógios mecânicos eram circulares, simplesmente fizeram a divisão do círculo em ângulos menores do que as horas para encontrar os minutos. As medidas de ângulos usam uma base numérica desenvolvida e adotada por sumérios milênios antes dos trens e do relógio mecânico. Baseando-se no número 60, ao invés da base decimal muito adotada hoje, estabeleceu-se os 360 graus de uma circunferência. A facilidade de divisão do número 60 (por 2, 3, 5 e 6) é a chave do sucesso e caiu como uma luva para a solução da divisão das horas. A novidade do tempo dividido em minutos surge então em... 1860!

Os trens estavam encurtando não apenas distâncias, mas também a contagem de tempo. Logo a velocidade de tudo viria a aumentar de forma alucinante até o ritmo dos ciclos no processador de seu dispositivo digital usado para ler este texto. Mas antes disto, os trens ainda dariam impulso a outras revoluções. Com os trilhos a princípio interligando cidades importantes e depois qualquer rincão antes isolado, as estradas de ferro passaram a fornecer uma base de infra estrutura para instalação de um recurso novo que prometia diminuir ainda mais as distâncias, pelo menos para a comunicação.

Paralelamente ao avanço dos trens, pesquisas com a eletricidade de desenvolviam a um bom tempo, mas poucos sabiam qual o uso prático das descobertas. Um  norte americano então começou a brincar com pilhas e bobinas elétricas capazes de acionar eletroimãs. Samuel Morse percebeu que poderia usar um interruptor para acionar uma campainha. Até ai, nada demais. Porém, se o interruptor ficar numa sala e a campainha em outra, então dá pra mandar uma "mensagem" de um lugar para outro. Era fantástico! Alguém apertava o botão numa sala e na outra uma campainha tocava avisando outra pessoa. Morse poderia ter apenas inventado a campainha elétrica pra garotada apertar no portão e correr. Mas ele decidiu ir além. Os toques no interruptor poderiam transmitir códigos e a campainha poderia ser colocada em locais realmente muito distantes. Assim nascia o telegrafo e a comunicação entre cidades longínquas podia ser feita em poucas horas, ao invés de vários dias.
Postes de linhas de telegrafo ao longo de uma ferrovia da Great Western Railway, no Reino Unido

Entre 1830 e até o final da década de 1840, as pesquisas de Morse levaram a construção de linhas de telégrafos pelos EUA. Levar postes e fiação de um lugar para outro no meio do nada ficava um tanto complicado, então as estradas de ferro e as estações de trem logo se tornaram componentes também das redes de telegrafo. Sem o telegrafo, o trem chegava antes de qualquer mensagem a cada estação. Agora, com a rede de telegrafo, uma mensagem era capaz de superar a velocidade do trem. Já dava pra avisar alguém sobre sua chegada a uma cidade e aguardar a recepção na estação, pois em minutos a pessoa seria avisada por algum mensageiro enquanto você estivesse no trajeto viajando a "alucinante velocidade" de 30 Km/h a bordo de um vagão puxado pela 'Maria Fumaça'.

Quase imediatamente as duas novidades tecnológicas se popularizaram causando transformações incríveis na sociedade. O mundo era menor e as notícias se espalhavam com uma velocidade nunca antes imaginada. Até o surgimento do trem e do telegrafo, a quantidade de informação obtida ao longo de um dia por um cidadão normal estava um tanto limitada pelo tempo em que as novidades de várias partes do país (e do mundo) precisavam para serem transmitidas às agências de notícias, impressas e entregues. Processos que dependiam dos meios da época, baseando-se em não mais do que mensageiros a cavalo levando informações de um ponto a outro. Haviam muitas regiões realmente isoladas. Agora tudo chegava ao mesmo tempo e a quase todos os lugares. E em um curto período, coisas que demandavam uma eternidade de tempo pra serem processadas, já eram resolvidas rapidamente.

Mas era preciso ir mais longe com a campainha do telégrafo para que o mundo fosse realmente reduzido ao tamanho de uma pequena aldeia global. E quanto mais longe e mais rápido a informação chega, precisamos de mais ajuda das máquinas para processar tudo o que recebemos e enviamos.

Continuaremos na próxima postagem!

Segunda Atividade do Módulo Sistema Operacional

Em nosso curso de Informática Básica, já avançamos bastante. É hora de relembrar coisas importantes e reforçar conhecimentos adquiridos. Nesta atividade, vamos ao princípio de tudo e veremos o quanto conhecemos as interfaces gráficas. Testaremos nossa compreensão de elementos básicos encontrados no universo digital: Arquivos, programas e pastas. Praticaremos um pouco o uso de botões do mouse e definiremos quais softwares, entre os propostos, são sistemas operacionais e como classificá-los.

Processando Dados, Dedos, Pedras, Cálculos

Nas juntas de cada um de seus dedos existem os componentes de um computador que foi usado por muito tempo ao longo da história humana. Seu legado está presente em vários momentos de nosso cotidiano e pode ser observado quando nos referimos às 24 horas de um dia, ou dois ciclos de 12 horas. Sim, nosso relógio atual ainda mede o tempo em ciclos definidos pela quantidade de juntas dos quatro dedos de uma mão. 12 é o número que define a metade desta contagem (que pode se reiniciar, ou apenas dobrar, dependendo do padrão adotado), justamente porque temos duas mãos e alguém achou complicado demais incluir as juntas dos dedos dos pés na contagem. Portanto, com o Sol a pino foi estabelecido que ali, na metade do dia, passara-se doze horas. Uma mão definia uma das unidades fundamentais para o registro, a outra completaria a divisão de tempo até o poente. Mas não é só na contagem das horas que encontramos a referência às juntas dos nossos dedos, há também o mesmo números nos signos astrológicos entre outras coisas que derivam de crenças e conhecimentos antigos.

Por um longo tempo, a humanidade viveu sem os números representados graficamente como temos hoje e sem os sistemas numéricos com os quais estamos acostumados, mas não sem processar dados e realizar cálculos. A saída adotada na maioria das civilizações mais avançadas sempre assemelhou-se ao que toda criança usa para resolver seus problemas com a matemática: O famoso "cálculo no pianinho". Seja contando as juntas dos dedos, ou os próprios dedos inteiros, fomos estabelecendo padrões que se eternizariam na matemática. Além das curiosas origens destes padrões, está a criatividade humana em busca de recursos que possibilitassem superar as limitações de nossas mentes tanto no processamento de dados quanto no compartilhamento e acesso a informações.

Algorismos contra pedrinhas deslizando em trilhas. Competições entre
operadores de ábaco e algoristas eram coisas comuns na antiguidade.
Não dava pra continuar baseando todo o processamento nos dedos, ou por exemplo: com pedregulhos amontoados, com cada pedrinha representando uma ovelha que saiu para o pasto e assim saber se à noite todas haviam voltado ao cercado, como faziam antigos pastores. Embora os rabiscos em argila ajudassem um pouco, nos primórdios da história, eles eram mais úteis em registrar do que como recurso para processar números. As máquinas tinham que entrar na história e uma das primeiras delas foi o Ábaco.

O Ábaco tem DNA das pedras usadas por pastores de ovelha na Mesopotâmia, cinco mil anos atrás. Na combinação de traços na argila, com pedras dispostas, simbolizando quantidades, começou a surgir um dispositivo que definiria trilhas para que cada pedra, representando uma unidade de valor, deslizasse para uma posição ou outra, dependendo do valor registrado. A sofisticação disto ao longo das eras faria do Ábaco um dos mais importantes equipamentos usados para cálculos no mundo antigo. Por ser baseado em um mecanismo simples, além de prático, este proto computador pode ser dominado por qualquer criança em seus estágios iniciais de conhecimento.

O avanço da mecânica possibilitaria, entre os séculos XVI e XVII, um vasto número de engenhocas para diversos fins. Algumas destas máquinas tinham por objetivo auxiliar no processamento de dados. Do simples relógio, marcando o tempo em horas -- o conceito de minutos ainda estava muito distante daquela época --  que ainda se dividia em doze, inspirado no sistema surgido a partir das divisões dos dedos, à bussola auxiliando nas grandes navegações que trariam à Europa descobertas de novos mundos. Boa parte das máquinas deste tempo eram simples, movidas a engrenagens e roldanas. Mesmo assim, neste período o mundo foi apresentado a uma calculadora que, timidamente, desafiaria o Ábaco, mas ainda não o desbancaria: A máquina de Pascal.

O que motivaria Blaise Pascal a desenvolver uma calculadora mecânica eram as mesmas necessidades básicas que nos trazem até aqui para aprendermos um pouco mais sobre os computadores. Estamos interessados nisto pois sabemos que precisamos destas ferramentas para agilizar o acesso a informações sem nenhum, ou com o mínimo de erros possíveis. A máquina potencializa nosso poder de processar, acessar e manipular dados. A calculadora criada por Pascal foi dada ao seu pai, um professor de matemática (tinha que ser) que tirava um extra como contador, cuidando das contas de pessoas importantes em sua sociedade. Obviamente o pai de Pascal não podia errar nos cálculos de impostos, por exemplo. Talvez Blaise Pascal só quisesse seu pai com um tempinho mais livre e menos estressado, para bater um papo sobre as grandes transformações europeias daquela época, um século após a descoberta de novos continentes. Assim, quem sabe, tenha usado toda sua habilidade matemática, coisa que seu pai incentivava desde a infância, para desenvolver uma máquina que automatizasse cálculos e reduzisse a possibilidade de erros a praticamente zero. Fato é que Pascal foi um gênio. Além de sua máquina de calcular ele tem enormes contribuições para diversos campos da matemática e física.

O mundo estava mudando cada vez mais rápido. Poucos notavam, mas esta velocidade nas mudanças e revoluções tinham parte de seu impulso gerado por novas máquinas que tornariam o processamento dos dados ainda mais velozes e precisos. E a aceleração das inovações empurrariam o desenvolvimento de máquinas de computar para patamares ainda mais altos.

Até a próxima!

Primeira Atividade de Sistema Operacional

Inteiramente dentro do módulo de Sistema Operacional, do curso de Informática Básica, nesta atividade vamos explorar o acesso a ferramentas específicas para determinados fins, como desenho, cálculo e texto. Exercitaremos o salvamento e acesso a arquivos. Faremos uma personalização na Área de Trabalho e identificaremos elementos em janelas. Na parte teórica da atividade, vamos descrever como manipular uma pasta, retirando-a de um local para guardá-la em outra unidade de armazenamento conectada ao computador.

Introdução a Informática - O Que Nos Traz Até Aqui

Nossa dependência de equipamentos que agilizam o processamento de dados e nos conecta a toda informação que desejamos parece uma paranoia bem atual. Porém, a humanidade sempre teve as mesmas necessidades e sempre buscou formas seguras e rápidas de registrar, processar, transmitir e receber informação. Sociedade informatizada é coisa atual? Pode ser, mas a jornada até aqui não começou exatamente ontem.

Uma das maiores invenções da humanidade foi a roda, e uma das maiores descobertas foi o fogo. Com o fogo o homem conseguiu manipular a matéria e com a roda foi capaz de construir máquinas complexas. O primeiro salto tecnológico da humanidade foi dado ao produzir a primeira fogueira, mas ninguém sabe exatamente quando isso aconteceu, a mesma dúvida existe sobre quando alguém encaixou a primeira roda em um eixo, e este deu origem a algum equipamento.

Por milênios nossos métodos de registros de informações foram pífios, mas nossos antepassados sabiam que se um dia esquecessemos sobre como produzir fogo estaríamos fritos -- ou, na hipótese mais realista, congelados. Também sabiam que era preciso fazer marcas em algumas coisas que pudessem indicar territórios por onde perambulavam, foi assim que rabiscaram paredes de pedras em cavernas. Depois pegaram gosto por rabiscos, e passaram a contar histórias sobre caçadas. Em alguns momentos até registraram certas alucinações.

Os símbolos nas cavernas são enigmáticos, e talvez fizessem tão pouco sentido a civilizações posteriores que esbarrassem neles, quanto faz hoje para nós. A medida em que as civilizações avançavam, com o fogo e com a roda, a necessidade de algo mais elaborado, robusto e prático para registro de dados, informações e conhecimento se tornava uma gigantesca necessidade. Havia muita tecnologia nova acumulada, e muita descoberta por fazer, era preciso saber se comunicar com pessoas distantes, e com muitas pessoas ao mesmo tempo. Alguém teria que vencer os limites da fala, com algo mais do que rabiscos em paredes. Já dominávamos a agricultura, criávamos animais e construíamos nossas habitações, existiam sociedades, tribos e pequenos reinos, quase tudo, menos uma forma eficiente de registrar, por exemplo, normas sociais, ou a história de um povo.

Na Mesopotâmia, uma região que abrigava algumas civilizações no Oriente Médio, surgiu então a escrita. De uma só tacada estava inventada também a história a partir daquele momento. A informação recebia um dos mais importantes métodos de registro, coisa que veio para ficar, e deve acompanhar a humanidade por toda sua permanência no universo.

A escrita era para poucos, e os escribas eram vistos como pessoas muito importantes, estavam sempre em companhia dos nobres, pois exerciam um papel fundamental nos registros e leitura do conhecimento acumulado em tábuas de argila e, posteriormente, papiros. A técnica da escrita foi sendo aperfeiçoada por séculos, e o escriba teve que acompanhar cada avanço. Por muitas centenas de anos só os escribas tinham o conhecimento suficiente para ler e escrever, o que lhes conferia um status social admirável.

Outra atividade nobre, além de registrar informação, era a de processar informações. Alguns escribas calculavam também, mas os cálculos surgiram antes da escrita. Dominar as duas técnicas era algo que fazia de um cidadão realmente "o cara".

Duas coisas estiveram sempre entre os elementos fundamentais ao longo do desenvolvimento humano: Registrar e processar dados.

Este é um trecho do material de introdução ao curso de informática básica. Postarei outros trechos no blog, atualizando informações e fazendo correções. Em breve disponibilizarei o material completo para download e uma versão impressa a quem desejar.

Respostas da Atividade 2 de Introdução ao Curso de Informática

Alunos do curso de Informática Básica já podem conferir as respostas de nossa segunda atividade, realizada nesta semana, acessando o documento abaixo. Como em todos os casos, este documento pode ser guardado ou impresso.

Segunda Atividade de Introdução à Info Básica

Aqui está, liberada pra download e impressão, a segunda atividade de Informática Básica, ainda abordando assuntos introdutórios ao curso.

Nesta atividade quatro tópicos a serem respondidos envolverão definições sobre componentes e software, funcionamento do teclado e ambientes gráficos de sistemas operacionais.

Na próxima aula faremos esta revisão do assunto dado e prosseguiremos com o módulo de sistema operacional. Após resolvermos a atividade no laboratório, divulgarei as respostas por aqui também.

Solução da Atividade 1 de Introdução ao Curso de Informática Básica

Parabéns aos bravos alunos que encararam a primeira atividade do curso, no módulo de IPD, e resolveram todas as questões hoje na sala de aula. As respostas corrigidas estão publicadas aqui, bem abaixo desta postagem. Podem usar os comentários como espaço livre pra deixar opiniões e tirar dúvidas.

 
Copyright © William Santos
Template Created by Creating Website Published by Mas Template